PARCIALIDADE NO JULGAR É PECADO


PARCIALIDADE NO JULGAR É PECADO

 

“Não farás injustiça no juízo, nem favorecendo o po­bre, nem comprazendo ao grande; com justiça julgarás o teu próximo” (Levítico 19:15).

 

Madre Teresa de Calcutá certa ocasião disse: "Quem jul­ga as pessoas não têm tempo para amá-las”. Concordo, no en­tanto há momento em que o julgamento é inevitável, especial­mente àqueles a quem Deus constituiu por autoridade para jul­gar. No texto acima há dois princípios que devem prevalecer na emissão de juízo de valor. Vejamos:

Primeiro, a injustiça jamais deve prevalecer. O texto diz: “Não farás injustiça”. Deus é justo e qualquer forma de injustiça está na contramão daqueles que amam a Deus. Quem ama a Deus tem prazer em obedecer a esse imperativo: “Não farás injustiça”.

Segundo, seja imparcial. Não favoreça os humildes, nem procure agradar os poderosos, antes julgue, quando for o caso, balizado na imparcialidade. A parcialidade desagrada a Deus. Não importa se a causa se refere a pobres ou ricos a justiça no juízo deve prevalecer.

No texto há dois imperativos, um na forma negativa e ou­tra na forma positiva: “Não farás injustiça” e “com justiça julga­rás o teu próximo”. Não há meio termo. Julgamos baseados na justiça ou injustiça. Como disse Theodore Roosevelt: “A justiça não consiste em ser neutro entre o certo e o errado, mas em descobrir o certo e sustentá-lo, onde quer que ele se encontre, contra o errado”.

 

Oração: Querido Deus, livra-me de emitir juízo de valor ou julgar alguém baseado na parcialidade e injustiça.